Estado laico, pero no mucho

Segunda-feira, 30 Junho, 2008 at 20:33 | In Política | Leave a Comment
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Belíssimo texto do Luíz Guilherme, do blog Abafos e Desabafos:

A LUTA CONTINUA!

Por Luís Guilherme Fernandes Pereira

Acho um absurdo a Igreja se meter assim nas questões de Estado! Ainda bem que a ciência prevaleceu sobre o obscurantismo, na questão das células-tronco embrionárias, ao contrário do que vimos em muitas ocasiões na história. Não podemos deixar a religião interferir na vida pública!

A oposição à escravidão, verificada no início do primeiro milênio, foi contra a base da economia romana, e contra o progresso material! Quando as luzes vieram, no renascimento, retomamos a escravidão, que nunca devia ter sido encerrada. E pra você ver como os católicos querem se meter na vida de todos, quando os bandeirantes quiseram botar os vagabundos dos índios pra trabalhar de escravos, os jesuítas não deixaram! Já na Idade Média, a regulamentação da tortura, obra de carolas, impediu que se torturasse alguém mais do que uma vez na vida e que se derramasse o seu sangue no processo, impedindo muitas investigações e tirando um poder lícito dos reis. Depois, a catequização dos índios e o combate ao infanticídio e às guerras fratricidas entre eles dizimou valores culturais antiqüíssimos, mostrando quão opressora é essa instituição.

Depois, na sociedade moderna, vemos que a Igreja impôs muitos de seus mandamentos na lei. Por exemplo, a proibição do assassinato acabou com o justo direito dos Estados sobre os seus cidadãos. E quer lei mais opressora que o atentado ao pudor? Por que não pode bacanais em público, como faziam os romanos? E o estupro, mero seguimento da natureza? Só são proibidos por causa da Igreja!

Não é só isso, em muitas outras coisas a Igreja e seus carolas interferiram nas leis até hoje, cometendo diversos impropérios e entraves à civilização! Por que não posso matar meus filhos se nascerem com deficiência? Por causa da Igreja! Pois onde ela não atuou, pode. Por que não posso bater na minha mulher caso ela me desobedeça? Por causa da Igreja! Onde esses reacionários católicos não têm vez, essa ação naturalíssima pode ser feita! Aliás, eu deveria ter o direito de matá-la a pedradas caso me traísse, mas os cristãos acabaram com esse direito!

E a pedofilia? Os gregos eram muito felizes com seus rapazotes, mas depois a Igreja, com seu moralismo, proibiu esse prazer! E os doentes? Que morram! Por que essa instituição tinha que se meter na vida dos saudáveis e inventar os hospitais? E ainda dar aos doentes direito de ser tratados gratuitamente, como pode? E essa história de educação gratuita e universidades? Invenção da Igreja Católica, o Estado não pode fazer isso! Por causa da Igreja, eu não posso arrancar a mão dos ladrões, matar o filho daquele que mata meu filho, eles impuseram uma série de coisas contrárias a tudo isso, que sempre foi feito na humanidade até a Igreja Católica se meter com seus tentáculos opressivos.

Está na hora de darmos um basta a esses que querem colocar seus valores religiosos nas leis. A luta continua!

Pax et Bonum!

A Banalização da Vida

Quarta-feira, 7 Maio, 2008 at 9:33 | In Bioética / Defesa da Vida | Leave a Comment
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Enquanto, na Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados, é votado o PL 1135/91, que visa autorizar o aborto até o 9° mês de gravidez (quem quiser protestar, ainda que tardiamente, clique aqui), reflitamos com este notável artigo de Carlos Alberto di Franco, publicado no Estadão.

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Banalização da vida
Carlos Alberto Di Franco
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080505/not_imp167346,0.php

O assassinato da pequena Isabella, que há duas semanas comentei sob o prisma da ética jornalística em face do festival da informação televisiva (Assassinato como espetáculo, 21/4), suscita-me agora outra consideração ética sobre um tema de vital atualidade.

É fácil verificar que está sendo armada uma nova investida governamental visando a uma ampla aprovação do aborto legal. Pois bem, para a lógica pró-aborto, Isabella pode ser morta e jogada fora com as bênçãos do Estado, desde que esteja ainda no ventre materno. Explico-me. Isabella é uma pessoa. Um embrião e um feto são também uma pessoa, tanto do ponto de vista científico como filosófico. Não ver isso é pôr lacre nos olhos.

É falsa a afirmação de que o feto faz parte do corpo da mãe, e de que a mãe pode abortar por ter direito sobre o seu próprio corpo. Na verdade, a mãe é a hospedeira, protetora e nutriz de um novo ser diferente dela, um outro indivíduo. Biologicamente, o ser que está aconchegado dentro do seio da mãe é idêntico ao que estará sentado no seu colo com 3 meses ou à mesa com ela quando tiver 15, 20 ou 50 anos de idade. O embrião é distinto de qualquer célula do pai ou da mãe; em sua estrutura genética, é ”humano”, não um simples amontoado de células caóticas; e é um organismo completo, ainda que imaturo, que – se for protegido maternalmente de doenças e violência – se vai desenvolver até o estágio maduro de um ser humano.

Aprovar a autorização legal para abortar, como bem comentam os filósofos Robert P. George e Christopher Tollefsen em seu recente livro Embryo: A Defense of Human Life (Doubleday, 2008), é dar licença para matar uma certa classe de seres humanos como meio de beneficiar outros. Defender os direitos de um feto é a mesma coisa que defender uma pessoa contra uma injusta discriminação, a discriminação dos que pensam que existem alguns seres humanos que devem ser sacrificados por um bem maior. Aí está exatamente o cerne da questão, que nada tem que ver com princípios religiosos nem com a eventual crença na existência da alma.

Hoje, o que está sendo questionado não é tanto a realidade biológica, inegável, a que acabo de me referir; é coisa muito diferente: o próprio conceito de ”humano” ou de ”pessoa”. Trata-se, portanto, de uma pergunta de caráter filosófico e jurídico: quando se pode afirmar de um embrião ou de um feto que é propriamente humano e, portanto, detentor de direitos, a começar pelo direito à vida?

O desencontro das respostas científicas – evidente – acaba deixando a questão sem um inequívoco suporte da ciência. Fala-se de tantos dias, de tantos meses de gravidez… E se chega até a afirmar, como foi feito recentemente entre nós, que só somos seres humanos quando temos autoconsciência. Antes disso, só material descartável ou útil para laboratório. Mas será que um bebê de 2 meses ou de 2 anos tem ”autoconsciência”?

Perante essa perplexidade, é lógico que se acabe optando pelo juridicismo. Cada vez mais, cientistas e juristas vêm afirmando que quem deve decidir o momento em que começamos a ser humanos e, em conseqüência, a termos direito inviolável à vida, é a lei de cada país. Ora, essas leis, por pouca informação que se tenha, variam de um país para outro e dependem apenas – única e exclusivamente – de acordos, do consenso a que chegarem os legisladores. Em muitos casos, mais do que uma questão de princípios, decidir-se-á por uma questão de pressões, ou por complexos comparativos, isto é, pelo argumento de que não podemos ficar atrás dos critérios legais seguidos pelos países desenvolvidos. Mas nem pressões nem complexos parecem valores válidos para decidir sobre vidas humanas.

Quanto ao ”consenso por interesse”, é útil recordar que fruto dele foi a legislação que, durante séculos, definiu que uma raça ou um povo são legalmente infra-humanos e que, portanto, podem ser espoliados de direitos e tratados como ”coisas”, também para benéficas experiências científicas: é o caso do apartheid dos negros na África do Sul e dos judeus aviltados e trucidados pela soberania ”democrática” nazista.

O juridicismo, hoje prevalente, equivale a prescindir de qualquer enfoque filosófico e naufragar nas águas sempre mutáveis do relativismo. Nada tem um valor consistente, tudo depende do ”consenso” dos detentores do poder, movidos a pressões de interesses.

É óbvio que, por esse caminho, ficam abertas as portas para as maiores aberrações. Que argumento válido se poderá opor, então, a um projeto de lei que aprove a eutanásia compulsória dos anciãos gravosos ao erário, ou a eliminação de doentes incapacitados para o trabalho, na mais alegre imitação da eugenia nazista? Será que o juridicismo tem resposta ”válida” para isso?

Quanto à falácia da ”modernidade”, que acovarda Legislativos e Judiciários de países com complexo de subdesenvolvidos, bastaria evocar a história da decadência do Império Romano. Também então, quando a grande Roma se decompunha como um cadáver, vigorava uma ”modernidade” que abraçava as conquistas do aborto, do infanticídio, da eliminação de escravos e outros infra-humanos, da supressão acelerada da paternidade e da maternidade… Basta ler o Satiricon, de Petrônio, ou o áspero confronto que o historiador Tácito faz, em sua Germania, entre os sólidos e sadios costumes das tribos germânicas e a desintegração moral da sociedade romana.

Por isso me parece inevitável uma pergunta: uma legislação sobre a vida humana e seus direitos, que prescinda de dados científicos inatacáveis e dos princípios básicos da milenar ética filosófica, conseguirá ser algo mais que uma arbitrariedade iníqua?

Carlos Alberto Di Franco, diretor do Master em Jornalismo, professor de Ética e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia. E-mail: difranco@ceu.org.br

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Paz e Bem!

O que vai acontecer com os embriões descongelados?

Sexta-Feira, 7 Março, 2008 at 9:59 | In Bioética / Defesa da Vida, Fé e Razão / Ciência e Religião | Leave a Comment
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Reproduzo aqui um vídeo sobre o assunto, e um artigo muito pertinente, de Sílvio Medeiros:

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O que o STF vai dizer ao Vinícius?
Por Silvio Medeiros, comunicólogo (PUC/PR)

Essa é a pergunta que fica se nossos ministros decidirem que a destruição de embriões humanos é licita em nome da ciência. Não só o STF, mas a grande imprensa, as clínicas de fertilização (ansiosos para dar um fim aos seus onerosos embriões), os cadeirantes que se jogaram no chão no momento da votação, todos deverão prestar contas ao pequeno Vinícius, este menininho que antes de ir parar no útero de sua mãe passou oito anos congelado num tanque de nitrogênio líquido [1].

Até agora ele é o brasileiro que mais tempo passou congelado para poder finalmente ver a luz do sol. E é cada dia maior a legião de crianças que se ajuntam a ele e a Laina Beasley, norte americana, nascida em 2005 e congelada por 13 anos [2], e que criam uma interrogação irrespondível nas nossas legislações que permitem a destruição dessas vidas humanas no seu primeiro estágio para pesquisa.

Sim, eles merecerão explicações. Foram chamados de inviáveis, descartáveis [3], amontoado de células [4], coisas e não pessoas (talvez um bem de consumo?) [5], mas estão aí. Tudo porque estavam há mais de 3 anos congelados numa clínica que não pediram para ir, e por isso mesmo negociados numa corte que opinou democraticamente se poderiam ser destruídos num laboratório. Merecerão boas explicações pelo que fizeram mesmo sendo possível criar células-tronco embrionária sem necessidade de se destruir embrião algum [6].

A justificativa de que eram “pré-embriões” (embriões não implantados), não vai adiantar pois um ser humano pode até ser privado de um ambiente favorável para seu desenvolvimento e ainda assim continuar humano. A justificativa de que ainda não haviam passado pela fase de nidação também nada pode resolver pois um ser humano não perde sua indentidade quando impedido de se alimentar. A justificativa de que ainda não detinham células do tecido nervoso também será insuficiente quando entenderem que o sistema nervoso humano só se completa anos depois do nascimento, e que nem por isso eliminamos nossos bebês recém-nascidos.

Todos temos direito a viver com dignidade, mas quem ousará definir do que é feita essa tal dignidade? O ministro Celso Mello defende a destruição de embriões humanos visando a possibilidade de uma vida digna para os que sofrem de doenças hoje incuráveis [7]. Mas caro ministro, desde quando limitação física reduz a dignidade humana? Desde quando o grau de drama de uma pessoa é critério ético para acabar com uma vida alheia?

O ministro relator, Carlos Britto, atrelou ainda a cura da limitação neurológica do filho de Diogo Mainardi às pesquisas com embriões humanos [8]. É claro que absolutamente todos queremos essa cura, mas quereríamos a custa da vida de um Vinícius, de uma Laina, de qualquer um? Pode-se pensar: não estaríamos matando ninguém pois eles ainda não existiam. Talvez não a olho nú, mas num microscópio veríamos todos eles muito bem. Cada um com um sexo, com uma cor de olhos e de cabelos, impressões digitais, tom de voz, tudo traçado em seus irrepetíveis DNAs. Se dissessemos um “oi” para o Vinícius, não seria para Laina. Se ainda acompanhássemos sua gestação, não nasceria nenhum outro do que aquele que vimos anteriormente com apenas 100 células. Poderia até ter outro nome, mas seria o mesmo. Somos porque fomos preservados desde o início.

De minha parte direi para o Vinícius se a extração de células-tronco embrionárias forem aprovadas pelo STF, que apesar do país em que vive afirmar que sua vida em um dado momento foi descartável, manipulável, violável, mesmo assim, ele possui um valor incalculável desde sempre, uma dignidade inalienável, intrínseca pelo fato de pertencer a raça humana; que apesar de ter sido relativizado por uma ética pragmática, não poderá jamais ser menor do que aquilo que realmente é: um ser humano pleno, completo, merecedor de todo respeito; que apesar de muitos cientistas terem o perdido como experimento, numerosos são aqueles que ganham com sua vida. Direi enfim, que existem leis que estão acima das nossas porque existem antes de nós, e que nos ensinam a não matar para salvar porque no fim, somos todos iguais.

[1] disponível em: http://www.bomdiabauru.com.br/index.asp?jbd=3&id=241&mat=97120
[2] disponível em: http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article540837.ece
[3] disponível em: http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84389
[4] disponível em: http://www2.oabsp.org.br/asp/jornal/materias.asp?edicao=86&pagina=2112&tds=7⊂=0&sub2=0&pgNovo=67
[5] disponível em: http://www.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0603200803.htm
[6] disponível em: http://noticias.uol.com.br/ultnot/2005/08/22/ult27u50831.jhtm
[7] disponível em: http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84385
[8] disponível em: http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84390

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Vejam que o artigo do Sílvio propõe muitas perguntas. Quero saber: quem responde?

Leia mais:

STF: O dia seguinte

Quinta-feira, 6 Março, 2008 at 12:12 | In Bioética / Defesa da Vida, Direito | Leave a Comment
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Alguns trechos da leitura do voto do Ministro Carlos Ayres Britto, que eu gostaria de comentar:

“O embrião é o embrião, o feto é o feto e a pessoa humana é a pessoa humana. Esta não se antecipa à metamorfose dos outros dois”

Uma coisa é o embrião não ter todas as características e disposições de uma pessoa humana adulta. Outra coisa absurdamente diferente é dizer que o embrião humano não é humano. Para se fundamentar um absurdo desses, teria que se provar que, de um embrião humano, pudesse se originar um cachorro, um burro, uma águia, qualquer coisa diferente de um ser humano.

O embrião humano está vivo quando é concebido, pois há atividade celular. O imoral é congelá-lo e guardá-lo como se fosse uma coisa. É por isso que a Igreja é contra a fertilização in-vitro. Nesse tipo de reprodução assistida sempre irão sobrar embriões concebidos, mas não implantados em útero.

“Irromper em laboratório e permanecer confinado in vitro é para o embrião insuscetível de progressão reprodutiva”

Óbvio! E isso só seria moralmente aceitável caso se provasse que o embrião não é indivíduo humano, e portanto, não é portador da dignidade intrínseca de todo ser humano e, portanto, detentor do direito inviolável à vida, garantido pela Constituição. Porém, o debate de ontem no S.T.F. foi mais “filosófico” do que “judírico-científico”. Discutiu-se e falou-se muito em crenças, em propostas, em evolução científica, mas desprezaram-se os fatos jurídicoso e, principalmente, os científicos, pelo menos no que diz respeito à vida humana. Pareciam ter se esquececido completamente que a inviolabilidade do direito à vida (e vida desde a concepção) é cláusula pétrea na CF. Pareciam ter se esquecido também de que a medicina, a embriologia, a genética, enfim, a ciência como um todo reconhece a fecundação como o exato momento em que a vida se inicia.

“O zigoto sozinho não caminha na direção da humanização. Impossível”

Humano ele já é! Como já foi dito, é impossível um zigoto humano originar um cavalo, um bezerro, uma ave, um bode, ou qualquer animal de outra espécie. Ele é humano, e mais que isso, um ser humano único, com código genético novo e irrepetível. Entretanto, é claro que retirá-lo do seu local natural de desenvolvimento (útero) fará com que ele fique privado dos nutrientes necessários para o seu desenvolvimento nesta fase de sua vida. O mesmo pode ocorrer com pessoas já nascidas. Com os bebês que ainda não sabem se alimentar sozinhos, ou com adultos que também não podem se alimentar sem a ajuda de outras pessoas ou de aparelhos. Isto ocorreu, por exemplo, com Terry Schiavo. A pessoa estava viva, mas não conseguia se alimentar sozinha. O que fizeram? Suspenderam sua alimentação. Resultado: morte.

Em resumo: me parece que falta um pouquinho de lógica ao ministro Carlos Ayres Britto.

Espero que a razão não abandone todos os nossos outros ministros.

Paz e Bem!

Leia mais:

Dra. Mayana Zats e os embriões

Sexta-Feira, 22 Fevereiro, 2008 at 16:04 | In Bioética / Defesa da Vida | Leave a Comment
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Dra. Mayana Zatz mente:

“Isso não é verdade [que a vida se inicia na fertilização], porque 95% desses embriões [descongelados], se fossem implantados em um útero, não iam vingar.”

Dra. Mayana Zatz está defendendo o uso dos embriões (seres humanos) congelados para fins de pesquisas [pseudo-]científicas que os destróem. Como diria a Dra. Alice Teixeira, Mayana apostou na pesquisa com embriões e não admite que perdeu a aposta.

Assista no link abaixo, do blog O Possível e O Extraordinário, alguns embriões descongelados que “vingaram”:

Paz e Bem!

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